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Brazilian Wave – Guilherme Bifi e Gabriel Saraiva

O preço original era: R$997.00.O preço atual é: R$30.00.

Brazilian Wave – curso de marketing de afiliados criado por Guilherme Bifi e Gabriel Saraiva para atuar globalmente com método, dados e gestão de risco. Aprenda a selecionar ofertas por geo, localizar criativos, configurar UTMs e postbacks, interpretar métricas (CTR, CVR, CPA, ROAS, EPC) e escalar com compliance em Meta, Google e TikTok Ads. Ideal para iniciantes e experientes. Brazilian WaveeGuilherme Bifi e Gabriel Saraiva.

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Brazilian Wave – Guilherme Bifi e Gabriel Saraiva

Visão geral do curso Brazilian Wave

Brazilian Wave é um curso focado em marketing de afiliados com atuação global, criado para quem deseja ir além do mercado doméstico e aprender a operar campanhas de performance em diferentes países, idiomas e plataformas de tráfego. A proposta é unir método, prática e gestão de risco para identificar ofertas promissoras em diversas geografias (geos), adaptá-las ao contexto local e construir campanhas escaláveis com base em dados.

Mais do que “receitas prontas”, o curso organiza um processo de trabalho realista: como escolher verticais e países alinhados ao seu orçamento e à sua fluência operacional, como preparar ativos (landing pages, pré-sells e criativos) com boas práticas de localização, como configurar o rastreamento e a mensuração de eventos, e como interpretar métricas de forma objetiva para decidir se uma oferta deve ser mantida, otimizada ou pausada.

Os pilares apresentados incluem pesquisa de mercado por país, leitura de tendências e benchmarks, montagem de estrutura de testes, desenho de funil enxuto, governança financeira (controle de budget e fluxo de caixa), relacionamento com redes de afiliados e gerentes, além de critérios de compliance para manter as contas de anúncio saudáveis. O objetivo é permitir que o aluno forme o próprio julgamento em cada etapa—do entendimento de payout, EPC e taxa de aprovação, à avaliação de CTR, CVR e CPA em tempo de teste versus tempo de escala.

Quem já tem experiência com tráfego pago encontra um framework para expandir para novos mercados; quem está começando ganha um mapa para dar os primeiros passos sem queimar orçamento à toa. Em ambos os casos, a ênfase está na tomada de decisão baseada em dados, não em promessas fáceis. Para explorar trilhas complementares e comparar abordagens, visite a loja de cursos e mapeie conteúdos que reforcem suas lacunas atuais (copy, analytics, gestão financeira, entre outros).

Em síntese, Brazilian Wave apresenta os blocos essenciais para atuar globalmente com afiliados: seleção de ofertas por geo, construção de criativos que geram clique qualificado, camadas de rastreamento e governança, e rotinas de otimização diárias, semanais e mensais. É um curso para quem quer profissionalizar a operação e sustentar resultados com processos claros.

Sobre Guilherme Bifi e Gabriel Saraiva

Guilherme Bifi e Gabriel Saraiva atuam no mercado de performance digital com ênfase em aquisição paga, estruturação de funis diretos e gestão de campanhas orientadas a ROI. Ao longo de suas trajetórias, consolidaram repertório prático em plataformas como Meta Ads, Google Ads e TikTok Ads, com foco em geração de leads, vendas diretas e arbitragem de tráfego em diferentes verticais. Essa vivência em cenários variados—dos países de língua portuguesa a geos de maior competição—ajuda a informar o conteúdo do curso com exemplos que fazem diferença no dia a dia.

O duo construiu uma abordagem que combina visão estratégica (como escolher mercado e oferta) com a execução granular (testes de criativos e segmentações, organização de naming, estrutura de pixels e postbacks, criação de relatórios de decisão). Em vez de se apoiarem apenas em cases pontuais, procuram ensinar como ler a operação: quando insistir em uma hipótese, quando pivotar de ângulo criativo, quando trocar de geo e como negociar com a rede de afiliados para ter acesso a ofertas, caps adequados e feedback de qualidade.

Outro ponto recorrente na atuação de Bifi e Saraiva é a clareza sobre alocação de orçamento e expectativa de aprendizado. Campanhas internacionais exigem períodos de coleta de dados e ajustes finos; não se trata de “apertar botões” e esperar que tudo escale sozinho. Essa visão pé no chão permeia o curso, que oferece processos aplicáveis por quem está disposto a encarar a curva prática com método e disciplina.

Diferenciais do Guilherme Bifi e Gabriel Saraiva

  • Foco em operação global com pragmatismo — o curso não glamouriza a internacionalização: explica as vantagens (escala, custo por clique em geos alternativos, diversificação) e os riscos (barreiras linguísticas, políticas de anúncios, logística de captação e aprovação de leads).
  • Processo de validação objetivo — critérios para encerrar testes cedo, quando vale reverter ângulos criativos antes de descartar uma oferta, e como usar janelas de dados realistas (por número de cliques, eventos ou intervalo de tempo) ao invés de apostar em “sorte”.
  • Localização que vai além da tradução — atenção a claims e sensibilidade cultural para evitar rejeições do público e bloqueios por políticas das plataformas; revisão de copy, datas, moedas, provas sociais e expectativas de entrega.
  • Governança financeira e controle de risco — estratégias para alocar orçamento por geo e por etapa (teste, otimização, escala), mantendo limites diários, buffers e metas progressivas de recuperação de investimento.
  • Rastreamento e mensuração integrados — orientação sobre UTMs consistentes, eventos prioritários, integração de postbacks e criação de relatórios que mostrem, de fato, onde está o lucro e o prejuízo em cada combinação oferta/geo/criativo.
  • Rotina de otimização com cadência — checklists diários, semanais e mensais para revisar resultados, consolidar aprendizados e decidir próximas investidas sem improvisos.
  • Relacionamento com redes de afiliados — como abordar gerentes, solicitar testes, entender caps e aprovações, e manter comunicação transparente para ganhar acesso a criativos autorizados, páginas atualizadas e feedback sobre qualidade.
  • Ética e compliance como ativos — evitar atalhos que comprometem a longevidade das contas, optar por promessas compatíveis com a política de cada plataforma e manter a reputação operacional como vantagem competitiva.

Para quem não é

Brazilian Wave não é um atalho para dinheiro fácil. Se você procura “segredos” infalíveis, não pretende estudar métricas ou rejeita a necessidade de testar hipóteses, provavelmente não vai aproveitar o conteúdo. Campanhas internacionais pedem disciplina, paciência para coletar dados e ajustes constantes.

  • Quem não dispõe de qualquer orçamento para aprender na prática — tráfego pago exige investimento, ainda que controlado e incremental.
  • Quem deseja copiar e colar criativos sem considerar contexto cultural e políticas locais — a abordagem do curso incentiva pensamento crítico e adaptação.
  • Quem evita números — leitura de CTR, CPC, CPM, CVR, CPA, ROAS, EPC e taxa de aprovação faz parte do cotidiano e orienta quase todas as decisões.
  • Quem busca fórmulas definitivas — os mercados mudam; o método ajuda a acompanhar mudanças, mas não elimina a necessidade de reavaliar e pivotar.

Se qualquer um desses pontos descreve sua postura atual, talvez seja melhor amadurecer a base (copy, analytics, fundamentos de tráfego) antes de partir para cenários globais. Isso não é uma barreira definitiva; é apenas um reconhecimento de que internacionalizar amplifica o que já funciona—e o que ainda precisa de lapidação.

Exemplos práticos

Para ilustrar como a metodologia do Brazilian Wave se desdobra na prática, imagine alguns cenários plausíveis de atuação como afiliado em geos distintos. O exercício a seguir mostra escolhas, métricas e decisões que o curso ensina a organizar.

Cenário 1 – Oferta de lead gen em país de língua espanhola: você identifica uma oferta de captação de leads para serviços financeiros com payout fixo por lead aprovado. Etapas: avaliar páginas e requisitos de qualificação; localizar a copy (moeda local, termos comuns, cautela com promessas); configurar UTMs e eventos; iniciar teste com 3 a 5 ângulos criativos e 2 variações de pré-sell. Após 1.000 cliques, os dados mostram CTR adequado, mas baixa qualificação de lead. Decisões: revisar perguntas do formulário, ajustar headline para filtrar orçamentos incompatíveis, e alinhar com o gerente da rede as razões mais comuns de reprovação para elevar a taxa de aprovação e, por consequência, o EPC efetivo.

Cenário 2 – E-commerce whitehat em Portugal: produto de ticket médio com apelo de utilidade doméstica. A pesquisa revela que vídeos curtos com demonstração performam melhor que imagens estáticas. Você estrutura a campanha com 4 variações de vídeo, testa públicos amplos com otimização por evento de “Adicionar ao carrinho” e, após aprendizado, migra para otimização por “Compra”. Ao longo de duas semanas, observa-se que um criativo concentra 70% das vendas com ROAS superior ao alvo, enquanto os demais mantêm ROAS próximo de 1. Decisão: isolar o criativo vencedor, replicar em novos ângulos, ampliar orçamento gradualmente e iniciar teste em outro geo de língua próxima (ex.: Espanha) com atenção à localização da copy.

Cenário 3 – App install em mercado asiático: objetivo de CPI abaixo do limite da oferta. Etapas: traduzir textos curtos com verificação por nativo (ou serviço de revisão), escolher canais que oferecem inventário mobile com alta entrega, e configurar postbacks para eventos in-app relevantes. Após 3 dias, o CPI está satisfatório, mas a retenção de D1 é baixa. A ação: negociar com a rede o foco em fontes com melhor qualidade, podar placements com alta taxa de desinstalação, e ajustar a página de destino para alinhar expectativas sobre o app logo no primeiro contato.

Cenário 4 – Nutra em geo de menor competição: neste caso, a prioridade é respeitar políticas de anúncios, evitando claims não permitidos. A validação começa com pré-sell informativo, criativos que demonstram benefícios sem promessas exageradas, e acompanhamento de métricas por público e posicionamento. Se a taxa de rejeição no site sobe, revisa-se tempo de carregamento e clareza visual. Se a aprovação de pedidos cai, investiga-se o funil da oferta com o gerente para verificar qualidade do tráfego, origem de leads e possíveis gargalos logísticos.

Cenário 5 – Lead gen B2B em mercado europeu: oferta de consulta gratuita. A estratégia foca em segmentações por cargo e interesses profissionais, com testes de headlines que destacam ganho de tempo e cases (respeitando políticas). A mensuração prioriza leads qualificados por ligth-weight score no formulário. Com base nos primeiros 100 leads, você identifica que os provenientes de um criativo específico avançam mais no funil do parceiro. Decisão: realocar orçamento para o criativo de maior qualidade e reproduzir o padrão de mensagem em novas peças.

Em todos esses casos, a lógica do curso se repete: mapear a oferta e o público do geo, definir a hipótese criativa, montar a estrutura de mensuração, testar de forma controlada e decidir com base no comportamento dos dados—não em impressões isoladas. Essa disciplina reduz desperdícios e aumenta a chance de escalar com segurança.

Perguntas frequentes

  • Preciso falar inglês ou outro idioma para aplicar o conteúdo? — Ajuda, mas não é obrigatório. O curso sugere processos de localização enxutos: uso criterioso de tradução, revisão com nativos quando possível, adaptação de datas, moedas e referências culturais, e atenção às políticas em cada idioma.
  • Quanto devo investir para começar? — Não há um número fixo. O curso orienta a estimar o orçamento de teste por oferta e geo, definindo limites diários e janelas de coleta de dados. A ideia é iniciar com valores que você possa manter por algumas semanas, acumulando aprendizado sem comprometer seu caixa.
  • Quais plataformas de tráfego são trabalhadas? — O foco recai sobre os principais canais de aquisição paga, com ênfase em boas práticas de criativos, segmentações e eventos de otimização. A seleção exata varia conforme a oferta e o geo, com diretrizes para evitar dependência de um único canal.
  • O curso aborda apenas um nicho? — Não. A lógica é transferível entre nichos (lead gen, e-commerce, apps, serviços), sempre respeitando as particularidades de cada vertical, as políticas de anúncio e as expectativas do público local.
  • É possível conciliar com um emprego em período integral? — Sim, desde que você organize blocos de tempo para as rotinas de monitoramento e otimização. O curso propõe cadências claras (diária, semanal e mensal) para manter a operação sob controle.
  • Quais são as métricas mais importantes no início? — Em validação, foque em custo por clique, CTR, taxa de conversão do funil e custo por resultado mais próximo do payout. Depois, incorpore taxa de aprovação, EPC efetivo e ROAS/ROI para consolidar decisões de escala.
  • O curso ensina a configurar rastreamento? — Sim, na perspectiva de princípios: UTMs consistentes, eventos relevantes, integração de postbacks e relatórios de decisão. A ferramenta específica pode variar; o foco é que você domine os fundamentos de atribuição.
  • Como lidar com mudanças de política nas plataformas? — Parte do conteúdo é dedicada a compliance: entender o que pode e o que não pode, revisar anúncios e páginas para evitar claims proibidos e manter versões de criativos que preservem a mensagem sem arriscar bloqueios.
  • E se minhas contas forem bloqueadas? — O curso sugere práticas preventivas e processos de apelação. O objetivo é reduzir gatilhos de risco e construir uma operação mais resiliente, sem depender de truques de curto prazo.
  • Como escolher uma rede de afiliados confiável? — Avalie a reputação, a transparência dos termos, a comunicação do gerente, a clareza sobre caps e aprovações, e a variedade de ofertas por geo. A relação com o gerente é um ativo importante para feedbacks e priorização.
  • Quanto tempo leva para validar uma oferta? — Depende do volume de tráfego e do preço do evento. Em geral, o curso incentiva a trabalhar com janelas por número de cliques e conversões mínimas antes de concluir sobre viabilidade, evitando decisões precipitadas.
  • O curso cobre criação de criativos? — Sim, com foco em princípios testáveis: ângulos de mensagem, elementos visuais que puxam atenção, provas e demonstrações compatíveis com políticas, e como iterar rapidamente a partir dos primeiros sinais.
  • Preciso de CNPJ para começar? — Não necessariamente para a fase de aprendizado, mas à medida que a operação cresce, organizar a parte fiscal e contratual tende a facilitar relacionamento com plataformas e parceiros.
  • Existe comunidade ou networking? — O curso incentiva trocar aprendizados com outros profissionais de performance. Mesmo quando a comunidade ocorre fora do ambiente de aulas, a postura colaborativa acelera a curva de aprendizado.
  • O conteúdo é útil para quem vende como produtor? — Sim, muitos princípios de tráfego, mensuração e otimização se aplicam a funis próprios. A diferença é que, como produtor, você controla mais etapas do funil e pode testar ofertas e páginas com maior liberdade.

Conclusão

Brazilian Wave, de Guilherme Bifi e Gabriel Saraiva, organiza um caminho sólido para quem deseja competir em marketing de afiliados além do Brasil. O curso parte de fundamentos que não saem de moda—pesquisa, mensuração, criativos, governança de orçamento—e os aplica ao contexto desafiador de campanhas internacionais, onde idioma, cultura, políticas e dinâmica de oferta e demanda exigem preparo e método.

O grande mérito está em tratar a operação como um sistema: hipóteses claras, testes enxutos, leituras objetivas e decisões consistentes, sem atalhos que comprometam a longevidade da conta ou da reputação. Em vez de vender certezas, Bifi e Saraiva ensinam você a pensar, medir e agir com mais segurança. Se a sua intenção é profissionalizar a atuação e abrir portas em novos mercados, vale considerar este passo como parte de um plano maior de desenvolvimento.

Combine o aprendizado com estudo contínuo de copy, análise de dados e tendências por geo. E, se quiser mapear conteúdos que complementem suas necessidades atuais, conheça a plataforma e organize uma trilha que equilibre fundamentos e prática. Com disciplina e cadência, a “onda brasileira” pode, sim, ganhar consistência e avançar para além de um único case—transformando-se em uma operação sustentável.